
O livro “Jornal Nacional – Modo de Fazer”, de autoria do editor-chefe e apresentador William Bonner, foi lançado oficialmente nesta quarta-feira (02) em noite de autógrafos na livraria Argumento, no Leblon, Zona Sul do Rio.
“O livro tenta mostrar quais são os critérios que nós aplicamos para selecionar os assuntos e como tentamos organiza-los. O que cada um faz, na ordem em que o jornal é feito. A maior mensagem que o livro pode levar a um curioso sobre os bastidores é de que o JN é um produto de uma equipe muito grande, e eu represento essa equipe com muito orgulho,” revela Willian Bonner.
A apresentadora e editora-executiva Fátima Bernardes afirma que a receita do Jornal Nacional se modificou ao longo dos anos.
“O que eu acho muito legal é perceber que aos 40 anos muita coisa mudou. Perceber que ele é versátil e que é possível imaginar coisas novas para ele. Seria muito ruim se você fizesse nesse período, um produto engessado, sem imaginar uma novidade para colocar no ar”.
O livro “Jornal Nacional – Modo de Fazer” (Ed. Globo, 244 páginas) mostra, de maneira clara, como é construído o dia a dia do telejornal de maior audiência do Brasil.
Ele permite um novo olhar. O cronograma de um dia na redação é detalhado em todas as etapas, com exemplos que permitam a compreensão de sua importância.
O editor do Jornal Nacional Ricardo Pereira revelou a importância de fazer parte da equipe. “É um orgulho fazer parte da equipe e de um jornal que fala com o Brasil. Um país que ainda tem dificuldades de comunicação, onde as pessoas leem pouco. Nós sabemos que através do nosso trabalho as pessoas se informam. É um trabalho de grande responsabilidade, mas que para mim é muito legal”.
O lançamento também marcou um encontro de gerações. O primeiro apresentador do Jornal Nacional, Cid Moreira, esteve presente.
“A importância do Jornal Nacional para a televisão brasileira é muito grande, porque é um jornal de grande audiência e isso vem acontecendo já há quatro décadas. Ser o primeiro âncora do jornal foi uma grande satisfação e uma alegria para mim,” conclui.
Repórteres falam sobre o que é participar do jornal...
“O JN é o mais difícil para o repórter, porque você tem que falar o máximo possível, em menos tempo. Você tem que ser bom e interessante, ou seja, quase perfeito. Isso torna o Jornal Nacional um desafio. É um prazer e um privilégio, participar do grande trombone do jornalismo brasileiro,” afirma o repórter Marcos Uchôa.
“O JN começou em 1969, eu nasci em 1965. Quando eu era pequeno, eu assistia ao jornal. Nunca imaginei que eu pudesse estar no JN. Para mim é uma honra. Sinto orgulho de poder contar uma história no Jornal,” revela o repórter Flávio Fachel.
A repórter Mônica Sanches também descreveu o que é ser um repórter do telejornal. “É um sonho para todo mundo. Estou há 17 anos como repórter do JN. Eu acho que é o momento mais bacana da carreira. O JN me deu muitas alegrias. Acho que é a glória e a gente luta para ficar no ar”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário